domingo, 18 de abril de 2010

Devaneios de amor.

Um quarto, ursinhos, cama, solidão, cortinas que o escurecem, frio, calor, cheiro de perfume.
Uma penteadeira, onde ela contara todos os seus segredos enquanto ela penteava seus longos e sedosos cabelos.
A vida toda se passara naquele quarto, enquanto seu pai reclamava de como ela era alienada e sua mãe a ensinava fazer pratos deliciosos para servir ao seu futuro marido que seria um cara de sorte. ( e que sorte!)
Que sorte é essa que ele teria com uma garota, ainda criança que devaneava em seus amores platônicos, seus suspiros apaixonados por alguém que ela ainda iria conhecer.
Sonhava com um amor perfeito, em que tudo seriam flores, um relacionamento baseado em sonhos, um mundo em que para ele só importava ela existir e vice-versa.
Oh! Quanta ilusão dessa garota...
Ilusão? Nada é ilusório, quando se tem amor para oferecer, quando o coração bate forte ao ver aquela pessoa na qual você sonhara em conhecer todos os dias e noites vividos.
Continuava a se cuidar, enquanto seu amor, viria lhe buscar, lhe salvar das palavras de amargura de suas tias que ainda não tinham conhecido o tal moço no cavalo branco que todas dizem.
Ela sabia que logo ele estaria lhe abraçando e te dizendo coisas de amor e carinho em seus ouvidos, lhe fazendo imaginar milhões de coisas.

4 comentários:

  1. Que texto mais liiindo *-*
    Amei, amei!

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  2. Obrigado pela visita,
    gostei daqui também.

    Um Beijo.

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  3. lindo o texto!adorei demais seu blog =)
    seguindo também,
    beiijo querida
    *.*

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  4. amei seu blog o texto eh perfeittoo parabenss

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